Você já parou para pensar por que a maioria das pessoas, apesar de estarem mais conectadas do que nunca, parecem estar produzindo cada vez menos coisas de valor real? Vivemos em uma era onde a ocupação é confundida com produtividade. Responder e-mails, curtir fotos no Instagram, acompanhar as notícias urgentes de última hora e manter o papo em dia nos grupos de WhatsApp dão a sensação de movimento. Mas movimento não é progresso. Um cavalo de carrossel se move o dia todo, mas não sai do lugar. Se você está lendo isso, é provável que você sinta — lá no fundo — que tem um potencial represado. Talvez você esteja em um momento de transição, morando longe dos grandes centros, sentindo-se "isolado" do mundo. A sociedade vai te dizer que isso é ruim. Vão dizer que você está perdendo o networking , as festas, o buzz das capitais. Eu estou aqui para te dizer o contrário. Esse isolamento não é um castigo; é a maior vantagem competitiva que você poderia pedir a Deus. Enquanto o mundo s...
Estamos em novembro. Daqui a algumas semanas, a mesma conversa vai começar. "Ano que vem, eu vou... ...emagrecer." ...ler 20 livros." ...guardar dinheiro." ...acordar mais cedo." E, como em todos os anos anteriores, essa "motivação" de Ano Novo não vai sobreviver até o Carnaval. Por que isso acontece? Por que toda grande meta, todo surto de "força de vontade", falha? O problema não é você . O problema é o seu sistema . Nós tentamos mudar nossas vidas usando a "força bruta". Decidimos correr uma maratona, mas nem sequer temos o hábito de calçar o tênis. O resultado é o que James Clear, autor de "Hábitos Atômicos", chama de "O Vale da Decepção" . É aquele platô brutal onde você se esforça por semanas, não vê resultados imediatos, se frustra e desiste, voltando aos velhos hábitos. Como especialista em alta performance, eu vi onde os sistemas falham. E como um estudioso da mentalidade, posso afirmar: "Hábitos ...
Pense na última vez que você sentiu isso. Aquele "nó na garganta". A palma da mão suada. Você está em um evento de networking, em uma entrevista de emprego, ou prestes a fazer uma apresentação de vendas. Você sabe que seu produto é bom, que sua ideia é sólida, que você é competente. Mas você não consegue se "conectar". A conversa não flui. A outra pessoa parece entediada, olhando por cima do seu ombro. A oportunidade (a venda, o emprego, a conexão) morre na sua frente. Você sai da sala pensando: "O que deu errado? Eu disse tudo certo!". Enquanto isso, outra pessoa entra na mesma sala, fala por dois minutos e sai com um aperto de mão e um sorriso. O que ela tem que você não tem? É carisma? É um "dom" natural? Nicholas Boothman, autor do clássico "Como convencer alguém em 90 segundos", tem uma resposta: Não é mágica. É um método. Como especialista em alta performance e comunicação, posso afirmar: a persuasão não é um dom. É uma habilid...